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A PEC 140/2026 do vereador Gabriel Dobal

Foto do escritor: tribunusleg
tribunusleg
24 de jul.
2 min de leitura


Laura Chaves e Luna Martins


Elso Neto e Duda Cotán se posicionam sobre projeto e falas de Rafael Müller


Após a votação do projeto de Rafael Müller sobre a estatização, o governador Elso Neto e a vereadora Maria Eduarda Cotán defenderam o veto à proposta e criticaram o posicionamento adotado durante a discussão em plenário.


Elso Neto afirmou que é contrário à estatização por acreditar que a iniciativa privada é mais eficiente na gestão de empresas públicas. Além disso, disse ter se sentido ofendido após Rafael associar a discordância em relação ao projeto à falta de capacidade intelectual. “Acho injusto colocar esse peso sobre quem tem uma posição diferente”, declarou.


Maria Eduarda Cotán também classificou o projeto como contraditório, afirmando que ele confronta princípios constitucionais ao tratar da estatização. A vereadora ainda criticou o clima do debate, dizendo que a fala de Elso, reproduzindo a declaração de Rafael, desqualificou quem votou contra a proposta. Segundo ela, esse tipo de discurso enfraquece a democracia ao transformar divergências políticas em ataques pessoais e desestimular a participação de quem pensa diferente.


Rafael Müller se pronuncia após polêmicas envolvendo sua PL


Em meio às discussões e às novas emendas apresentadas em sua Proposta de Lei (PL), Rafael Müller falou sobre a repercussão do projeto e deixou claro que não está satisfeito com as alterações feitas.

Segundo o parlamentar, a proposta não pertence apenas a ele, mas representa uma construção maior. Rafael afirmou que acreditava que o projeto teria uma boa desenvoltura e que, por isso, esperava a necessidade de poucas mudanças — ou até mesmo a apresentação de novas PECs para complementar a ideia inicial.

Questionado sobre as acusações feitas contra sua pessoa, Rafael rejeitou as críticas e afirmou que as manifestações fazem parte de uma tentativa de criar conflitos dentro da Câmara.

Para ele, os responsáveis pelas acusações possuem um histórico de promover debates acalorados e gerar conflitos no ambiente político. “São pessoas que costumam criar confusões e intrigas na Câmara”, teria declarado.

Agora, resta saber como a Câmara irá reagir às declarações e se as mudanças na PL irão aproximar ou aumentar ainda mais o debate entre os parlamentares.


Nota de correção:

O projeto pertence ao vereador Felipe Glasner, não ao Rafael Müller. O mesmo só se posicionou a respeito. Peço desculpas pelo erro. - Jornalistas do Tribunus

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