O Estado existe para servir o cidadão, não para servir a si mesmo.
Todos os dias, milhões de brasileiros acordam cedo, trabalham, enfrentam transporte lotado, pagam impostos e fazem o possível para sustentar suas famílias.
Enquanto isso, parece que, para alguns, a realidade é outra.
Salários que desafiam o bom senso. Auxílios para quase tudo. Viagens custeadas pelo dinheiro público. Conforto digno de quem nunca precisou se preocupar com a conta no fim do mês. Sofás de luxo, refeições sofisticadas, privilégios que parecem distantes da vida de quem realmente sustenta este país.
E depois nos perguntamos por que tanta gente perdeu a confiança nas instituições.
Acredito em um Estado forte onde realmente importa: segurança, justiça, educação e infraestrutura.
Mas um Estado forte não é um Estado cheio de privilégios.
Também não acredito que a solução para todos os problemas seja aumentar impostos ou criar novos benefícios enquanto quem produz continua pagando a conta.
Responsabilidade fiscal não é falta de sensibilidade.
É respeito com quem acorda às cinco da manhã para trabalhar.
Antes de pedir mais sacrifícios ao cidadão, o poder público deveria dar o exemplo.
Quem administra recursos públicos deve ser o primeiro a viver dentro da realidade que espera da população.
Essa sempre será minha posição.
